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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Samba perde Dicró



Morreu ontem, quarta 25/04, o sambista Dicró, em um hospital em Magé - RJ.
O cantor e compositor, que sofria de diabetes e insuficiência renal, nos deixou após sofrer um infarto.
Dicró, sempre muito irreverente, fazia letras que divertiam o mundo do samba. As sogras eram as vítimas favoritas.
O enterro foi na tarde desta quinta, no cemitério Jardim da Saudade.
Dicró, esteja onde estiver, saiba que a chama não se apagou e nem se apagará.




quinta-feira, 15 de março de 2012

Criolo e o Pagode da 27


Polivalência é uma coisa muito admirável.
Ainda mais quando é algo (ou alguém) que transita entre gêneros musicais com tanta facilidade.
Um dia Racionais, Negritude Júnior, Originais do Samba, Almir Guineto, Consciência Humana, Xis, Quinteto em Branco e Preto e por aí vai, misturaram o rap com o samba e o resultado ficou fora de série.
Mas um outro dia, um rapper, decidiu além de fazer samba, idealizar uma roda de samba.
O resultado: o pagode da 27 é uma das importantes rodas de samba da capital e o samba é de primeira, pode crer.
Linha de frente, uma versão alternativa para a melodia de Tristeza e Pé no Chão, de Clara Nunes,  ficou imperdível na parceria Criolo e Pagode da 27.



@camposdennis

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Samba perde Toniquinho Batuqueiro


Foi enterrado, nesta quinta, o sambista paulista Toniquinho Batuqueiro.
Nascido em 1929, em Piracicaba, Toniquinho se tornou um dos maiores defensores da cultura popular e do samba.
Foi parceiro de outros grandes nomes do samba como Geraldo Filme, Zeca da Casa Verde e Pato n´água. Ele também sentiu na pele a repressão feita por quem ousava fazendo samba no meio do século passado.
Toniquinho fez história na Rosas de Ouro ao compor seu primeiro samba enredo oficial em 1972 "Brasil de ontem, Brasil de hoje", passou também pelo Império do Cambuci, Unidos de Vila Maria, Peruche, fundou a Seo Carlão, mas só lançou seu primeiro CD solo em 2009 - Memória do Samba Paulista.
Como cantou Toniquinho:

O terreiro tá, tá poeira só, muita gente vai chorar quando fechar meu paletó.

Hoje, o samba chora, pois lá se foi mais um defensor da nossa cultura.
Mas onde estiver Toniquinho, saiba que A CHAMA NÃO SE APAGOU.


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

É assim, lá debaixo da tamarineira


Raridade. Assista essa reportagem e compare o que mudou no jeito de fazer samba do Grupo Fundo de Quintal desde a década de 1990: nada.
Tirando a saída de alguns integrantes, a paixão, os instrumentos e a essência continua a mesma, se não tiver mais forte. Vale a pena assistir a reportagem, extraída de um VHS, e se orgulhar junto comigo de termos no Brasil e no samba um grupo tão apaixonado pelo que faz. 
Seja como for, até hoje o coro come debaixo da velha árvore e é assim que se faz samba lá debaixo da tamarineira.



Leia a entrevista do Meu Samba é Roots com Ubirany.


@camposdennis

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Emicida no Samba da Vela


É o tal do rap no samba.

Pensamento rápido e dono de um repertório cultural vastíssimo. Esse é o Emicida. Não preciso explicar muito sobre o cara que ele por si já se explica. Mas o que sempre admirei nele foi a proximidade com o samba e a naturalidade com que fala que pra ficar a pampa só precisa de Zé Ketty, Cartola e Paulinho da Viola na agulha. Quer mais que isso? Na mesma música ele diz que Patativa do Assaré não fez medicina, mas tocou o coração.
Ele não grava samba, mas o ama como eu. Merece esse destaque e você merece ouvir isso:


Todo sábado tem o programa Meu Samba é Roots, no SiteCulturaBlack, às 16h.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O tal do Rap com Samba


Meu samba é roots, mas além da raiz tem o samba-rock, samba com jazz, samba com forró e o meu preferido: rap com samba.
Essa mistura mostra que os dois ritmos, embora diferentes, tem suas raízes muito próximas. E só têm a fomentar a música brasileira.
Rappin Hood, Emicida, Mano Brown e muitos outros rappers citam o samba em suas músicas e, alguns deles, até já até gravaram com sambistas.
Dor de verdade é um claro exemplo de como fica interessante essa história de rap-samba.


terça-feira, 12 de julho de 2011

Parabéns mestre Almir Guineto


Fruto dos bons momentos do pagode brasileiro Almir Guineto aniversaria hoje. Referência nas rodas de samba do Brasil, quando o assunto é partido alto todos param para ouvir seu refrão. Almir é uma das referências de um dos bons momentos do samba brasileiro através do pagode criado no Cacique de Ramos. Hoje no dia de seu aniversário o Ecos vem prestar esta pequena homenagem afinal este conselho é para te ver feliz. Parabéns pelos seus 65 anos de existência, nosso samba merece respeito.



Fonte: Ecos do Teleco Teco

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